Coleta de lixo nas repartições: pequenas mudanças, grandes impactos
Você sabia que a forma como fazemos a coleta de lixo dentro das nossas próprias repartições vai muito além de manter o ambiente limpo? Ela é essencial para cumprir as normas ambientais, reduzir impactos negativos e, principalmente, dar o exemplo que cobramos da sociedade. Por isso, cada vez mais setores da nossa secretaria têm investido em práticas estruturadas para gerenciar os resíduos gerados nos nossos prédios, escritórios e unidades regionais.
Isso envolve a separação correta de papéis, recicláveis, resíduos orgânicos – como restos de alimentos do refeitório – e rejeitos, além do acondicionamento adequado, do armazenamento temporário e da destinação final responsável. Mais do que apenas descartar, a coleta de lixo exige planejamento e responsabilidade, garantindo segurança, redução de impactos ambientais e atendimento à legislação.
No dia a dia, já adotando práticas simples, podemos separar adequadamente os resíduos, mantendo lixeiras verdes para recicláveis e cinza para orgânicos e rejeitos, utilizando embalagens adequadas – como sacos verdes para recicláveis e pretos para orgânicos e rejeitos — e instalando pontos estratégicos de coleta em áreas de grande circulação, como copas e corredores.
Também é fundamental controlar a frequência de retirada dos resíduos dentro das repartições, definindo horários ou dias específicos para remoção junto à equipe de limpeza, evitando assim acúmulo, odores e riscos à saúde de todos. E a melhor prática de todas é reduzir a geração de resíduos na origem: use copos, pratos e talheres reutilizáveis, reduza impressões desnecessárias, digitalize processos e incentive o reaproveitamento de materiais dentro da própria secretaria.
Pequenas mudanças na nossa rotina de descarte geram grandes impactos positivos para a credibilidade da instituição e para o meio ambiente. “Cada um é responsável pelo resíduo que gera. Ao escolher onde descartar seu resíduo, lembre-se de que muitos recicláveis representam o sustento de diversas famílias. É triste pensar que, ainda nos dias de hoje, muitas pessoas não valorizam nem descartam corretamente esses materiais, mesmo sabendo da importância social, ambiental e econômica que eles têm”, relata Natasha Keber, chefe de Departamento de Parcerias e Mobilização Social da Diretoria de Educação Ambiental (DEA) e embaixadora da Circularidade.