Thiago Barbosa: do turismo ao meio ambiente, uma trajetória de resiliência e paixão
Thiago Barbosa, servidor público há 11 anos na Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, é um apaixonado pela temática ambiental. Formado em Turismo, ele encontrou na Semil a oportunidade de unir conhecimento técnico e propósito.
Com uma trajetória marcada por resiliência e superação, Thiago fala sobre desafios, mudanças e a importância de conciliar seriedade e leveza no trabalho e na vida. Além da carreira, ele se dedica à música, à arte e ao voluntariado, mostrando que é possível equilibrar paixões e responsabilidades.
Curta Semil: Quem é Thiago Barbosa?
Thiago Barbosa: Sou uma pessoa que busca constantemente sabedoria e conhecimento. Acredito que a vida deve ser levada com seriedade, mas também com leveza, equilibrando responsabilidades e prazeres. Gosto de trabalhar com pessoas, pois acredito que as interações humanas são fundamentais para o crescimento pessoal e profissional. Sou alguém que valoriza o aprendizado contínuo e acredita que cada experiência, seja no trabalho ou na vida pessoal, contribui para a minha evolução.
Como você entrou na Semil?
Minha entrada na Semil foi um tanto inesperada. Em 2011, prestei concurso público para a Secretaria de Educação, com o objetivo de ocupar o cargo de Oficial Administrativo. Para minha alegria, fui aprovado! Na época, eu trabalhava em um grande hotel de convenções em Ibirapuera, e precisei escolher entre continuar na iniciativa privada ou assumir o cargo público. Quando fui à solenidade de posse, descobri que poderia escolher a secretaria em que gostaria de trabalhar. Entre as opções (Educação, Saúde, Esporte, Lazer e Juventude, Habitação e Meio Ambiente), não hesitei em escolher a Semil. Em 2025, completarei 12 anos de serviços prestados, e posso dizer que foi uma das melhores decisões da minha vida. Sempre me identifiquei com a temática ambiental, e poder contribuir com essa área é muito gratificante.
Por que você escolheu a Semil?
Escolhi a Semil porque sempre tive um grande interesse pela questão ambiental. Acredito que o meio ambiente é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento sustentável da sociedade. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar em uma secretaria que cuida diretamente dessa temática, não pensei duas vezes. Além disso, a Semil oferecia a chance de crescer profissionalmente em um ambiente que valoriza a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Hoje, olhando para trás, vejo que foi uma escolha acertada e que me trouxe muita realização.
Qual foi sua motivação para cursar Turismo?
Minha decisão de cursar Turismo veio da minha experiência profissional na época. Eu trabalhava em uma agência de viagens e viajava com frequência a trabalho. Isso despertou em mim o interesse em entender mais sobre o setor turístico, desde a venda de pacotes até a gestão de destinos. A faculdade foi uma oportunidade de aprofundar meus conhecimentos e me preparar para novos desafios. Além disso, sempre tive vontade de estudar em uma universidade, e o Turismo me pareceu uma área dinâmica e cheia de possibilidades.
Como o Turismo se conecta com o Meio Ambiente?
O Turismo e o Meio Ambiente estão intrinsecamente ligados. Um dos pilares do turismo sustentável é a preservação dos recursos naturais, pois muitos destinos dependem diretamente da beleza e da integridade do meio ambiente para atrair visitantes. Trabalhar na Semil me permitiu entender essa conexão de forma mais profunda. A secretaria não só cuida da preservação ambiental, mas também pensa em como conciliar desenvolvimento e sustentabilidade. Isso é essencial para o turismo, que precisa ser planejado de forma a minimizar impactos negativos e maximizar benefícios para as comunidades e o ecossistema.
Quais foram os maiores desafios que você enfrentou na Semil?
Ao longo desses 11 anos, enfrentei diversos desafios. Posso destacar três principais: Resiliência: A Semil passou por muitas mudanças estruturais e de gestão ao longo dos anos. Foi necessário ter jogo de cintura para me adaptar a essas transformações e continuar contribuindo de forma eficiente.
Outro momento foi o período da pandemia que foi extremamente desafiador. Tivemos que nos adaptar ao trabalho remoto, lidar com incertezas e encontrar novas formas de manter a produtividade. Foi um teste de paciência e criatividade.
meu quarto ano na Semil, fui convidado a trabalhar diretamente no Gabinete da Secretária, auxiliando na parte administrativa durante um período de reformulação. Foi um desafio enorme, mas também uma oportunidade incrível de aprendizado. Trabalhar tão próximo da liderança me deu uma visão mais ampla dos processos e decisões da secretaria.
Quais foram as principais transformações que você presenciou na Semil?
A Semil passou por várias mudanças significativas. Uma das mais notáveis foi a expansão da pasta, que passou a se chamar Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Isso refletiu um crescimento na importância da secretaria e trouxe novos desafios e oportunidades. Além disso, houve mudanças na estrutura física e de pessoal, com a chegada de novos profissionais e a modernização de processos. Acredito que essas transformações foram necessárias para acompanhar as demandas do setor ambiental e garantir que a secretaria continue cumprindo seu papel de forma eficiente.
Quais são suas paixões fora do trabalho?
Fora do trabalho, tenho várias paixões que me ajudam a equilibrar a vida profissional e pessoal. Sou uma pessoa religiosa e participo ativamente das atividades da Igreja Batista do meu bairro. A fé é uma parte importante da minha vida e me ajuda a manter o foco e a serenidade. Também gosto de música: toco violão e participo do Coral Passarinhos Azuis da Cesteb, onde posso expressar minha paixão por cantar. Além disso, tenho um lado artístico: gosto de desenhar e já fiz um curso de desenho e pintura pelo Instituto Universal Brasileiro. A arte é um hobby que me relaxa e me permite explorar minha criatividade.
Como você vê a importância do voluntariado e do trabalho comunitário?
Acredito que o voluntariado e o trabalho comunitário são essenciais para construir uma sociedade mais justa e solidária. Minha participação na igreja e em outras atividades comunitárias me permite contribuir de forma significativa para o bem-estar das pessoas ao meu redor. Além disso, essas experiências me ensinam a ser mais empático e a valorizar as pequenas coisas da vida. É uma troca enriquecedora, onde todos saem ganhando.
Quais são seus planos para o futuro na Semil?
Meu plano é continuar na Semil, aprendendo e me aprimorando cada vez mais. Quero contribuir de forma significativa para os projetos da secretaria, especialmente aqueles que envolvem sustentabilidade e educação ambiental. Também pretendo continuar participando de iniciativas que envolvem a comunidade, como as visitas monitoradas de estudantes, que considero uma forma importante de disseminar conhecimento e conscientização sobre o meio ambiente.
Alguma experiência marcante na Semil que você gostaria de compartilhar?
Sim, duas experiências foram especialmente marcantes. A primeira foi a oportunidade de viajar a serviço para alguns municípios do interior de São Paulo. Foi incrível conhecer realidades diferentes e ver de perto como as políticas públicas impactam a vida das pessoas. A segunda foi conduzir visitas monitoradas com grupos de alunos de faculdade. Ver o interesse e a curiosidade deles em relação ao trabalho da Semil foi muito gratificante e reforçou minha motivação para continuar atuando nessa área.
O que mais te inspira no seu trabalho?
O que mais me inspira é saber que faço parte de uma estrutura que cuida do meio ambiente no Estado de São Paulo. Acredito que o trabalho da Semil é fundamental para garantir um futuro mais sustentável para as próximas gerações. Além disso, a possibilidade de aprender algo novo todos os dias e de contribuir para projetos que fazem a diferença na vida das pessoas me motiva a dar o meu melhor.
Como você vê o futuro da Semil e da questão ambiental no Brasil?
Vejo o futuro da Semil com otimismo, mas também com a consciência de que há muitos desafios pela frente. A questão ambiental está cada vez mais em evidência, e acredito que a secretaria tem um papel crucial na promoção de políticas públicas que equilibrem desenvolvimento e sustentabilidade. No Brasil, temos um potencial enorme para liderar iniciativas ambientais globais, mas precisamos de mais investimento e conscientização. Acredito que, com o trabalho conjunto de governos, empresas e sociedade, podemos construir um futuro mais verde e sustentável.
Qual conselho você daria para quem está começando a carreira na área ambiental?
Meu conselho é: esteja sempre aberto a aprender e a se adaptar. A área ambiental é dinâmica e exige uma visão multidisciplinar. Além disso, é importante ter paixão pelo que faz, pois os desafios podem ser grandes, mas a recompensa de contribuir para a preservação do planeta é imensurável. Por fim, valorize o trabalho em equipe e as parcerias, pois a questão ambiental é uma responsabilidade de todos.