Empresas e instituições apresentaram as ações que resultam em melhores condições de vida para a população

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) reuniu, na segunda-feira, 7 de outubro, as empresas e as instituições que estão sob sua responsabilidade para apresentação das atividades realizadas nos primeiros meses de trabalho: Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Empresa Metropolitana de Água e Energia (EMAE), Fundação Florestal, Fundação Jardim Zoológico, Instituto Florestal, Instituto de Botânica e Instituto Geológico.

“Estamos trabalhando com seriedade para cumprirmos o programa de governo. É importante que todos saibam o que está sendo feito e se orgulhem, pois as ações desenvolvidas no Estado de São Paulo resultam em melhores condições de vida para a população”, ressaltou o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente Marcos Penido.

Infraestrutura
As atividades de infraestrutura foram apresentadas pelo subsecretário de Infraestrutura Gláucio Attorre. O destaque é para a Revisão dos Planos Municipais de Água e Esgoto, que beneficiará 243 municípios, com investimentos de 9,6 milhões, e para a construção do Plano Estadual de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, com desembolso do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), no valor de R$ 6 milhões.

Attorre chamou atenção para a criação do Comitê de Resíduos Sólidos (CIRS), a revisão dos contratos do Fehidro, a construção da política de mineração, a revisão da legislação e a conclusão do relatório de barragens.

Meio Ambiente
O subsecretário de Meio Ambiente Eduardo Trani destacou a criação de novas áreas protegidas e a concessão de áreas de uso público em unidades de conservação, como o Parque Estadual de Campos do Jordão. Já o Jardim Botânico e o Zoológico seguem com processo em andamento e o Caminhos do Mar, o Parque Estadual Cantareira e o Parque Estadual Alberto Löfgren estão em estudo.

Também merecem atenção, a Operação Corta-Fogo, que teve redução de 8% nos focos de incêndio, a Conciliação Ambiental, que contabilizou 18 mil atendimentos, e a restauração ecológica, com o Programa Nascentes, que somou 24.212.875 de mudas plantadas.

CETESB
A diretora-presidente da CETESB Patrícia Iglecias lembrou que a empresa estabeleceu cinco áreas de trabalho. Entre os destaques, as adequações de sistemas, que permitiram melhorar a produtividade em 39%, e aumentar os atendimentos de licenciamento, com média de 239 solicitações atendidas por dia útil, o que resulta em 56 dias para atender uma solicitação de licenciamento, superando a meta que era de 60 dias, somando mais de 45 mil pedidos atendidos até setembro. A expectativa é ultrapassar 60 mil solicitações de licenciamento neste ano. O Programa CETESB de Portas Abertas também contribuiu para atingir esses números.

Para se ter uma ideia, só este ano já foram licenciados R$ 38 bilhões de investimentos de empreendimentos e outros R$ 17 milhões estão em análise.

As ações de logística reversa, a melhora na Rede de Monitoramento da Qualidade do ar e as boas práticas no ambiente de trabalho também contabilizam bons resultados.

DAEE
O superintendente Alceu Segamarchi explicou que desde o início do ano, o DAEE trabalhou em uma proposta de reorganização de sua estrutura para atender às demandas das leis de recursos hídricos e da Política Nacional de Segurança de Barragem, além de se tornar mais  eficiente e custar menos.

Outros destaques são a concessão de outorgas, agora eletrônica, que até o momento soma 5.510, e o Renasce Tietê, de macrodrenagem e saneamento, para a redução de enchentes e da mancha de poluição do Tietê a montante da região metropolitana.

A empresa também é a responsável pelos reservatórios de retenção e limpeza e manutenção de 26 piscinões, que reduzem o efeito das enchentes e inundações em áreas urbanas.

Emae
A Emae, de acordo com o diretor-presidente Ronaldo Camargo, também passou por uma reestruturação organizacional para atender às novas demandas. Uma delas é o projeto Novo Rio Pinheiros, que prevê o desassoreamento, o desaterro do rio e a retirada do lixo, que está sendo feita com ecobarcos.

A empresa também está empenhada na modernização tecnológica de 19 minicentrais, que agora operam no modo digital, e no aumento da capacidade de geração de energia, de 3,8%, passando de 960 MW para 3.659,8 MW em 2022.

SABESP
Em 2019, a SABESP está operando em 373 municípios paulistas e prevê investimento de R$ 6,8 bilhões. Somente neste ano, mais de dois milhões de pessoas passaram a ser atendidas pelo serviço de água e esgoto da empresa.

Para melhorar o abastecimento de água da Região Metropolitana do Estado de São Paulo (RMSP), interior e litoral, há diversas obras em andamento, como a implantação de reservatórios metálicos, substituição de redes, duplicação e interligação de adutoras, implantação de barragem e expansão de estações de tratamento de esgoto (ETA).

Ainda de acordo com o presidente da SABESP Benedito Braga, também merecem atenção, os projetos Tietê e Novo rio Pinheiros, com investimentos de R$ 3 bilhões, com as obras em andamento.