O descarte inadequado de medicamentos vencidos ou que não serão mais usados pode contaminar o meio ambiente e oferecer riscos à saúde pública. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e a Organização Mundial da Saúde (OMS) orientam que esses produtos nunca sejam jogados no lixo comum, na pia ou no vaso sanitário.

Além das farmácias, drogarias que participam da logística reversa e das unidades de saúde habilitadas, a população também conta com espaços específicos para o descarte seguro no prédio da Cetesb e Semil. Esses pontos de coleta ficam localizados na saída do Prédio 12, oferecendo mais uma opção prática e acessível para quem precisa se desfazer corretamente de sobras de tratamentos ou medicamentos fora do prazo de validade.

Antes de levar o material, a recomendação é mantê-lo na embalagem original sempre que possível, a fim de facilitar a identificação. Caixas de papelão e bulas podem ser separadas para a coleta seletiva comum. Os pontos de recebimento aceitam comprimidos, cápsulas, xaropes, pomadas, cremes, frascos com líquidos e cartelas (blisters), inclusive medicamentos controlados vencidos ou em desuso.

É fundamental evitar o descarte em terrenos baldios, pias ou vasos sanitários, pois as substâncias químicas podem atingir o solo, rios, reservatórios e lençóis freáticos, colocando em risco animais e pessoas.

Após a coleta, os medicamentos são separados, armazenados conforme as normas sanitárias e recolhidos por empresas especializadas, que fazem a destinação final ambientalmente adequada, dentro do sistema de logística reversa vigente no país.