
14/05/2026
Contextualização e análise do filme
O curta-metragem Aurora: A Rua Que Queria Ser Rio (2021), de Radhi Meron, apresenta uma narrativa poética e sensível sobre a transformação de um rio em rua, a Rua Aurora. Narrado em primeira pessoa pela própria rua, o filme aborda questões ligadas aos recursos naturais, à transformação da paisagem, à urbanização e a processos de mudanças das paisagens ao longo do tempo.
A história evidencia como, através do processo de urbanização, rios foram soterrados e transformados em ruas, perdendo-se referências naturais como córregos, vegetação nativa e formas do relevo. Por isso, estabelecer essa conexão entre a paisagem natural e a paisagem transformada favorece o desenvolvimento de uma aprendizagem significativa sobre locais de vivência, modos de vida, processos de transformação das paisagens e apropriação dos recursos naturais com seus usos e impactos.
A animação permite estimular algumas reflexões com os estudantes, como por exemplo:
- A importância dos rios e dos recursos hídricos para a vida;
- As formas de uso e transformação dos recursos hídricos na organização das cidades;
- O ciclo da água e a interferência do ambiente urbano nele;
- As modificações das paisagens naturais ao longo do tempo;
- Os impactos dos diferentes usos da água;
- A relação entre progresso, urbanização e degradação ambiental.
O filme, portanto, possibilita incluir diversos componentes curriculares, como: ciências, geografia, história e literatura em uma abordagem interdisciplinar, valorizando a reflexão crítica sobre a relação entre sociedade, natureza e memória.
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Relação com o currículo (BNCC e Currículo Paulista)
O curta dialoga diretamente com habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Currículo Paulista, sobretudo nos componentes de Ciências e Geografia, especialmente nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.
Temas centrais relacionados às habilidades curriculares:
- Reconhecimento da importância da água e do solo (EF02GE11, EF02GE11A/B)
- Investigação dos usos da água e dos problemas socioambientais decorrentes (EF03GE09, EF03GE10, EF03GE10A/B)
- Compreensão do ciclo da água, mudanças de estado físico e implicações no clima, agricultura, energia e equilíbrio ambiental (EF05CI02, EF05CI03)
- Identificação de mudanças nas paisagens e da ação humana na conservação ou degradação (EF04GE11, EF06GE04, EF06GE05)
- Discussão sobre gestão, consumo e preservação da água e do solo em contextos urbanos e regionais (EF05CI14, EF06GE10, EF06GE12, EF06GE17*, EF08GE15, EF08GE30*)
Essas habilidades permitem que o filme seja trabalhado em diferentes séries, com aprofundamentos adequados a cada faixa etária, conectando conteúdos científicos a vivências locais. É possível também trabalhar o filme com estudantes do Ensino Médio, focando nas habilidades de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Ciências da Natureza e suas Tecnologias, aprofundando os debates sobre transformações, usos e ocupação do espaço ao longo do tempo, urbanização, impactos ambientais, entre outros assuntos que se relacionem à temática apresentada, adequando conteúdo e linguagem à faixa etária com a qual se está trabalhando.
A tabela com a relação das habilidades da BNCC e do Currículo Paulista que podem ser desenvolvidas a partir das atividades encontra-se no final desta publicação, no Anexo.
Propostas de atividades
- Leitura do poema de Mário de Andrade apresentado no filme (Lira Paulistana).
- Debate sobre o nome das ruas conhecidas pelos estudantes (rua de casa, rua da escola).
- Proposta: cada aluno cria um poema para a rua onde mora ou estuda, relacionando elementos naturais ou construídos.
O filme inicia com um trecho de um poema de Mário de Andrade:
(…)
nesta rua Lopes Chaves
Envelheço, e envergonhado
nem sei quem foi Lopes Chaves.
Mamãe! me dá essa lua,
Ser esquecido e ignorado
Como esses nomes da rua.
(Mário de Andrade, Lira Paulistana, 1945)
Sugere-se ler o poema junto com os estudantes e, a partir dele, promover perguntas e reflexões:
- Vocês sabem o nome da rua em que moram?
- E o nome da rua da escola?
- Conhecem nomes de outras ruas? Onde ficam essas ruas? Como elas fazem parte da sua vivência ou que relação vocês têm com essas ruas?
- Sobre as ruas que vocês sabem o nome, o que sabem sobre esses nomes? O que significam?
- Se vocês fossem dar um nome para a rua em que moram ou para a rua da escola, considerando os elementos naturais ou construídos dessas ruas, que nome dariam?
A seguir, proponha que os alunos escolham uma das ruas que eles conhecem e que construam um poema para essa rua, como o poema inicial de Mário de Andrade. Depois, peça que desenhem esse logradouro.
Por fim, peça que apresentem o poema e os desenhos elaborados, e contem um pouco mais sobre a rua escolhida e a relação que eles têm com esse lugar e seus elementos.
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Logo no início do filme, nos deparamos com a seguinte frase: “Você já viu uma rua morrer?”
Sugere-se realizar uma roda de conversa com os estudantes sobre o que pode significar a morte de uma rua.
Podem-se utilizar questões como:
- O que vocês entendem por uma rua morrer?
- Uma rua pode deixar de existir? Como?
- Vocês já viram alguma rua abandonada, desvalorizada ou destruída? Como era essa rua?
Em seguida, amplie a reflexão para os rios:
- E um rio? Um rio pode morrer?
- De quais formas um rio pode morrer? O que pode causar a morte de um rio?
Espera-se que os estudantes apontem aspectos como poluição, soterramento, assoreamento e a falta de cuidado que pode promover a “morte” de um rio.
- Você já viu ou ouviu falar de um rio que “morreu”? Que rio era esse? O que aconteceu com ele?
Depois da conversa, peça aos estudantes que, em duplas ou grupos, produzam cartazes ou desenhos representando a “vida” e a “morte” de um rio. Podem ilustrar cenas, como a nascente de um rio, com ele brotando da terra e sendo alimentado por outros; um rio limpo, cheio de peixes, com mata ciliar preservada; e contrastar com um rio poluído, canalizado ou seco.
Finalize pedindo que apresentem seus trabalhos para a turma, explicando os elementos escolhidos e a história do rio que representaram.
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O filme apresenta a frase: “Progresso significa menos meninos descalços e mais prédios”. Proponha uma conversa sobre o que significa “progresso” para os estudantes.
Pergunte:
- O que é progresso para vocês?
- Vocês acham que progresso é sempre bom?
- Como o progresso pode melhorar a vida das pessoas? E como pode trazer problemas para a natureza?
Depois, peça que cada aluno produza um desenho ou um pequeno texto com o tema: “O que é progresso para mim?”
Finalize propondo uma roda de leitura e/ou mostra dos trabalhos e conduza a discussão: Como podemos equilibrar progresso, qualidade de vida e preservação ambiental?
Ressalte a importância de espaços abertos e arborizados nas cidades, como os parques urbanos, tanto para o bem-estar da população, que necessita de áreas para esporte e lazer, como para o equilíbrio ambiental. Os parques, praças, áreas abertas e áreas verdes aumentam a permeabilização dos solos das cidades, auxiliando a continuidade do ciclo da água e ajudando na diminuição de enchentes, além de favorecer a melhoria da qualidade do ar e do microclima nos ambientes urbanos. Os parques urbanos também são fundamentais para a fauna silvestre nas cidades, sendo ambientes importantes para aves, primatas, insetos e outros animais.
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O filme nos apresenta também a seguinte indagação: “Você já viu uma rua ter amigos?” Sugira que os estudantes se imaginem como amigos da rua em que moram ou estudam.
Pergunte:
- O que é ser um amigo da rua?
- O que podemos fazer para ser amigos de uma rua?
- Porque uma rua, precisa de amigos? O que um amigo de uma rua pode fazer por ela?
- Como podemos deixá-la mais próxima da natureza? (espera-se que os estudantes apresentem ações como plantar árvores, cuidar do lixo, fazer jardins, criar espaços de convivência).
Peça que, em grupos, elaborem propostas de como cuidar melhor de uma rua. As ideias podem ser escritas em frases curtas ou ilustradas, a depender do contexto de alfabetização dos alunos. Depois, organize um mural coletivo com as contribuições dos estudantes, representando as ações dos “Amigos das Ruas”.
Finalize pedindo que cada grupo explique sua proposta e o modo que ela ajuda a transformar a rua em um espaço mais vivo e sustentável.
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O filme mostra a Rua Aurora contando sua história, lembrando-se de quando ainda era um rio.
Pergunte aos estudantes:
- Será que em nossa cidade existem rios que foram cobertos e transformados em ruas?
- Vocês já ouviram falar de algum?
Proponha uma pesquisa em duplas ou grupos, na qual os estudantes devem investigar se há rios canalizados ou córregos escondidos sob ruas. Para isso eles podem consultar mapas antigos da cidade, fotografias, relatos de familiares ou moradores mais velhos. Peça que organizem as descobertas em painéis com fotos, desenhos, pequenos textos ou mapas comparando o “antes e depois”.
Finalize com uma exposição na escola, aberta a outras turmas, para compartilhar a memória desses rios invisíveis.
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O filme encerra com a frase: “Rua não morre, vira história”. Explique aos estudantes que cada rua, assim como as pessoas, tem uma história — o nome, os acontecimentos, as pessoas que nela viveram.
Estimule a reflexão com perguntas como:
- Qual é a rua onde vocês moram?
- Vocês sabem por que ela tem esse nome?
- E a rua da escola? Quem escolheu esse nome? O que significa?
- Quais outras ruas vocês conhecem e o que sabem sobre elas?
Proponha uma pesquisa em grupo: cada grupo escolherá uma rua (pode ser a rua de casa, da escola ou outra significativa) e irá investigar sua história. As informações podem ser obtidas em entrevistas com familiares, professores, vizinhos, ou pesquisando em sites e arquivos da cidade.
Peça que preparem um produto para compartilhar o que descobriram: pode ser um texto, uma apresentação oral, um desenho, uma peça de teatro, ou um vídeo para redes sociais.
Finalize organizando uma mostra coletiva com os trabalhos, reforçando a ideia de que as ruas guardam memórias e fazem parte da identidade cultural da comunidade.
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A proposta de trabalho com o filme Aurora: A Rua Que Queria Ser Rio favorece uma integração interdisciplinar significativa, na medida em que mobiliza conteúdos e habilidades de diferentes áreas do conhecimento. Em Ciências, os estudantes podem compreender o ciclo da água, suas mudanças de estado físico e as consequências ambientais da impermeabilização do solo, refletindo sobre o papel da vegetação e dos rios no equilíbrio dos ecossistemas. Em Geografia, o curta se relaciona ao estudo das paisagens, à urbanização e às transformações antrópicas, permitindo analisar como a apropriação dos recursos naturais molda o espaço geográfico e a vida em sociedade. Já em Língua Portuguesa, a leitura e a produção de poemas, textos reflexivos e narrativas fortalecem a expressão artística e crítica, além de estimular o vínculo afetivo com o território. Por fim, em História, o trabalho com a memória das ruas e com a urbanização da cidade promove o reconhecimento das identidades locais e o entendimento dos processos históricos que modificaram rios, bairros e modos de vida.
Para o desenvolvimento das atividades, os recursos didáticos devem ser diversificados, envolvendo tanto suportes tecnológicos quanto materiais simples. A exibição do curta-metragem e a leitura do poema de Mario de Andrade funcionam como ponto de partida para reflexões. Mapas antigos e atuais, impressos ou digitais, podem ser utilizados em pesquisas sobre a transformação de rios e ruas. Já materiais básicos como papel, cartolina, tintas e lápis de cor são fundamentais para os registros artísticos, enquanto o acesso à internet contribui para ampliar as fontes de pesquisa e aproximar os alunos de ferramentas digitais.
A avaliação deve privilegiar a participação dos estudantes em todas as etapas, valorizando suas vivências e seus conhecimentos prévios, além de estimular que expressem suas emoções e opiniões, sempre reforçando a importância do respeito às diferentes opiniões. Devem ser observados o envolvimento nas discussões coletivas, a criatividade e pertinência das produções individuais (poemas, redações, desenhos, cartazes) e a capacidade de construir coletivamente murais, painéis e exposições. Outro aspecto relevante é a habilidade dos alunos de relacionar os conteúdos trabalhados em aula com sua própria realidade local, reconhecendo rios, ruas, histórias e memórias do município. Essa perspectiva amplia o sentido da aprendizagem, articulando conhecimento científico, crítico e afetivo.
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ENSINO FUNDAMENTAL |
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| Geografia | |
| 2º ano | |
| EF02GE04 | Reconhecer semelhanças e diferenças nos hábitos, nas relações com a natureza e no modo de viver de pessoas em diferentes lugares |
| EF02GE11 | Reconhecer a importância do solo e da água para a vida, identificando seus diferentes usos (plantação e extração de materiais, entre outras possibilidades) e os impactos desses usos no cotidiano da cidade e do campo |
| 3º ano | |
| EF03GE04 | Explicar como os processos naturais e históricos atuam na produção e na mudança das paisagens naturais e antrópicas nos seus lugares de vivência, comparando-os a outros lugares |
| EF03GE09 | Investigar os usos dos recursos naturais, com destaque para os usos da água em atividades cotidianas (alimentação, higiene, cultivo de plantas etc.), e discutir os problemas ambientais provocados por esses usos |
| EF03GE10 | Identificar os cuidados necessários para utilização da água na agricultura e na geração de energia de modo a garantir a manutenção do provimento de água potável |
| 4º ano | |
| EF04GE11 | Identificar as características das paisagens naturais e antrópicas (relevo, cobertura vegetal, rios etc.) no ambiente em que vive, bem como a ação humana na conservação ou degradação dessas áreas |
| 5º ano | |
| EF05GE08 | Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes |
| EF05GE10 | Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água e dos oceanos (esgotos, efluentes industriais, marés negras etc.) |
| EF05GE11 | Identificar e descrever problemas ambientais que ocorrem no entorno da escola e da residência (lixões, indústrias poluentes, destruição do patrimônio histórico etc.), propondo soluções (inclusive tecnológicas) para esses problemas |
| EF05GE12 | Identificar órgãos do poder público e canais de participação social responsáveis por buscar soluções para a melhoria da qualidade de vida (em áreas como meio ambiente, mobilidade, moradia e direito à cidade) e discutir as propostas implementadas por esses órgãos que afetam a comunidade em que vive |
| 6º ano | |
| EF06GE01 | Comparar modificações das paisagens nos lugares de vivência e os usos desses lugares em diferentes tempos |
| EF06GE04 | Descrever o ciclo da água, comparando o escoamento superficial no ambiente urbano e rural, reconhecendo os principais componentes da morfologia das bacias e das redes hidrográficas e a sua localização no modelado da superfície terrestre e da cobertura vegetal |
| EF06GE05 | Relacionar padrões climáticos, tipos de solo, relevo e formações vegetais |
| EF06GE07 | Explicar as mudanças na interação humana com a natureza a partir do surgimento das cidades |
| EF06GE10 | Explicar as diferentes formas de uso do solo (rotação de terras, terraceamento, aterros etc.) e de apropriação dos recursos hídricos (sistema de irrigação, tratamento e redes de distribuição), bem como suas vantagens e desvantagens em diferentes épocas e lugares |
| EF06GE11 | Analisar distintas interações das sociedades com a natureza, com base na distribuição dos componentes físico-naturais, incluindo as transformações da biodiversidade local e do mundo |
| EF06GE12 | Identificar o consumo dos recursos hídricos e o uso das principais bacias hidrográficas no Brasil e no mundo, enfatizando as transformações nos ambientes urbanos |
| 8º ano | |
| EF08GE15 | Analisar a importância dos principais recursos hídricos da América Latina (Aquífero Guarani, Bacias do rio da Prata, do Amazonas e do Orinoco, sistemas de nuvens na Amazônia e nos Andes, entre outros) e discutir os desafios relacionados à gestão e comercialização da água |
| Ciências | |
| 3º ano | |
| EF03CI10 | Identificar os diferentes usos do solo (plantação e extração de materiais, dentre outras possibilidades), reconhecendo a importância do solo para a agricultura e para a vida |
| 5º ano | |
| EF05CI02 | Aplicar os conhecimentos sobre as mudanças de estado físico da água para explicar o ciclo hidrológico e analisar suas implicações na agricultura, no clima, na geração de energia elétrica, no provimento de água potável e no equilíbrio dos ecossistemas regionais (ou locais) |
| EF05CI03 | Selecionar argumentos que justifiquem a importância da cobertura vegetal para a manutenção do ciclo da água, a conservação dos solos, dos cursos de água e da qualidade do ar atmosférico |
| EF05CI04 | Identificar os principais usos da água e de outros materiais nas atividades cotidianas para discutir e propor formas sustentáveis de utilização desses recursos |
| 7º ano | |
| EF07CI08 | Avaliar como os impactos provocados por catástrofes naturais ou mudanças nos componentes físicos, biológicos ou sociais de um ecossistema afetam suas populações, podendo ameaçar ou provocar a extinção de espécies, alteração de hábitos, migração etc. |
| 9º ano | |
| EF09CI13 | Propor iniciativas individuais e coletivas para a solução de problemas ambientais da cidade ou da comunidade, com base na análise de ações de consumo consciente e de sustentabilidade bem-sucedidas |
| História | |
| 3º ano | |
| EF03HI02 | Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive |
| EF03HI06 | Identificar os registros de memória na cidade (nomes de ruas, monumentos, edifícios etc.), discutindo os critérios que explicam a escolha desses nomes |
| 9º ano | |
| EF09HI05 | Identificar os processos de urbanização e modernização da sociedade brasileira e avaliar suas contradições e impactos na região em que vive |
| ENSINO MÉDIO | |
| Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | |
| EM13CHS304 | Analisar os impactos socioambientais decorrentes de práticas de instituições governamentais, de empresas e de indivíduos, discutindo as origens dessas práticas, selecionando, incorporando e promovendo aquelas que favoreçam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável |
| Ciências da Natureza e suas Tecnologias | |
| EM13CNT105 | Analisar os ciclos biogeoquímicos e interpretar os efeitos de fenômenos naturais e da interferência humana sobre esses ciclos, para promover ações individuais e/ ou coletivas que minimizem consequências nocivas à vida |
| EM13CNT206 | Discutir a importância da preservação e conservação da biodiversidade, considerando parâmetros qualitativos e quantitativos, e avaliar os efeitos da ação humana e das políticas ambientais para a garantia da sustentabilidade do planeta |
| Língua Portuguesa | |
| EM13LP27 | Engajar-se na busca de solução para problemas que envolvam a coletividade, denunciando o desrespeito a direitos, organizando e/ou participando de discussões, campanhas e debates, produzindo textos reivindicatórios, normativos, entre outras possibilidades, como forma de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade, pelo consumo consciente e pela consciência socioambiental |
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ENSINO FUNDAMENTAL |
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Geografia |
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| 2º ano | |
| EF02GE11A | Reconhecer a importância do solo e da água para as diferentes formas de vida, tendo como referência o seu lugar de vivência, e comparando com outros lugares |
| EF02GE11B | Identificar os diferentes usos do solo e da água nas atividades cotidianas e econômicas (extrativismo, mineração, agricultura, pecuária e indústria entre outros), relacionando com os impactos socioambientais causados nos espaços urbanos e rurais |
| 3º ano | |
| EF03GE09 | Investigar os usos dos recursos naturais, com destaque para os usos da água em atividades cotidianas (alimentação, higiene, cultivo de plantas entre outros), e discutir os problemas socioambientais provocados por esses usos |
| EF03GE10A | Reconhecer a importância da água para múltiplos usos, em especial para a agricultura, pecuária, abastecimento urbano e geração de energia e discutir os impactos socioambientais dessa utilização em diferentes lugares |
| EF03GE10B | Identificar grupos e/ou associações que atuam na preservação e conservação de nascentes, riachos, córregos, rios e matas ciliares, e propor ações de intervenção, de modo a garantir acesso à água potável e de qualidade para as populações de diferentes lugares |
| 6º ano | |
| EF06GE05 | Caracterizar os biomas, ecossistemas e os recursos naturais em diferentes lugares e relacionar com os padrões e componentes climáticos, hidrográficos, geomorfológicos, pedológicos e biológicos |
| EF06GE17* | Discutir a importância da água para manutenção das formas de vida e relacionar com a sua disponibilidade no planeta, tipos de usos, padrões de consumo e práticas sustentáveis para preservação e conservação |
| 8º ano | |
| EF08GE30* | Identificar as problemáticas socioambientais resultantes das formas predatórias dos múltiplos usos da água e discutir os desafios relacionados à gestão das águas na América Latina, em especial no Brasil |
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Ciências |
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| 5º ano | |
| EF05CI04 | Identificar os usos da água nas atividades cotidianas, do campo, no transporte, na indústria, no lazer e na geração de energia, para discutir e propor formas sustentáveis de utilização desse recurso |
| EF05CI14 | Comunicar por meio da tecnologia a importância das ações sustentáveis para a manutenção do equilíbrio ambiental na comunidade em que vive, como um modo de intervir na saúde coletiva |