22/05/2026

No dia 22 de maio, comemoramos o Dia Internacional da Biodiversidade. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta.

Os termos “diversidade biológica” ou “biodiversidade” foram criados, na década de 1980, para se referir ao número de espécies de seres vivos existentes no planeta, incluindo todos os vegetais, animais e microrganismos.

É por meio da flora e da fauna que os ecossistemas regulam os processos climáticos, filtram e purificam a água, reciclam nutrientes, mantêm a fertilidade dos solos, se tornam fontes naturais de recursos, madeira, alimento. Mas, o que garante que esses serviços ambientais sejam realizados em todos os locais é a diversidade das espécies. A variedade genética dentro das populações de uma espécie é muito importante, porque permite fornecer adaptações para os diferentes locais em que a espécie venha a habitar.

O Brasil é o país que detém uma das maiores biodiversidades de flora e fauna do mundo. “Atualmente, são reconhecidas, no Brasil, 46.447 espécies de plantas e 117.096 de animais, com estimativas de que as espécies animais ultrapassem 137” (BRASIL, 2018).

Esses números são importantes não só para os brasileiros, mas para o planeta todo, já que a diversidade da natureza é a chave para a sobrevivência humana.

O Estado de São Paulo apresenta dois biomas principais, a Mata Atlântica (a segunda maior floresta tropical do Brasil) e o Cerrado (a savana mais rica do mundo em biodiversidade) e seus ecossistemas associados.

Proteger toda essa riqueza natural não é algo simples.

Atualmente, é provável que cerca de seis espécies entrem em extinção a cada ano. A maioria delas são animais pequenos localizados em áreas muito restritas, como, por exemplo, os caramujos terrestres e anfíbios, mais sensíveis às mudanças climáticas. Mas, as plantas e os animais de grande porte também correm diversos riscos, muitos ligados ao tráfico ilegal ou mesmo ao abandono de espécies exóticas em locais diferentes de seu habitat natural, fazendo com que elas entrem em competição com as espécies nativas por alimento e espaço.

Para proteger a fauna e a flora, os governos criam programas de pesquisa, conservação, manejo, fiscalização, educação ambiental, entre outras políticas públicas que, juntas, atuam sob diferentes perspectivas em busca de se manter o equilíbrio entre as espécies. Organizações não-governamentais também promovem trabalhos independentes, muitos dos quais podem envolver não especialistas que estejam interessados em lutar pela causa.

 

SAIBA MAIS:

 

 

 

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/15

 

 

 

E você, o que está fazendo para proteger a biodiversidade?
Conte pra gente, aqui no Portal de EA, e inspire outras pessoas!

 

 

 

 

Veja também o que já foi publicado sobre esse assunto no
Portal de Educação Ambiental

 

Faça parte do Whatsapp do Portal e fique por dentro do que
Acontece no Portal de Educação Ambiental

 

____________________________________________


Texto: Denise Scabin – DEA/SEMIL

Gestão de conteúdo, planejamento e arte: Cibele Aguirre – DEA/ SEMIL

 

 

 

Referências
BRASIL. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção: Volume I, 1ª ed. Brasília, DF: ICMBio/MMA, 2018. Disponível em: https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/livro-vermelho-de-fauna-brasileira-ameacada-de-extincao/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *