17/08/2026

Dia Nacional do Patrimônio Histórico

Celebrado em 17 de agosto, o Dia Nacional do Patrimônio Histórico valoriza a memória, a cultura e a identidade do povo brasileiro.

O Dia Nacional do Patrimônio Histórico é comemorado, no Brasil, em 17 de agosto. A data foi escolhida em homenagem ao nascimento do historiador, advogado, jornalista e escritor, Rodrigo Melo Franco de Andrade, nascido em 17 de agosto, de 1898, e um dos principais responsáveis pela criação e consolidação das políticas de preservação do patrimônio cultural, no país.

Ele foi o primeiro diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), instituído por meio do Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, que hoje é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgão responsável pela proteção e preservação dos bens culturais nacionais, tais como sítios arqueológicos, edifícios e centros urbanos.

O papel do IPHAN

O Iphan cuida do cumprimento dos marcos legais e administra o Patrimônio Cultural Brasileiro e os bens reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio da Humanidade.
A gestão do patrimônio é realizada de acordo com as características de cada grupo: Patrimônio Material, Patrimônio Imaterial, Patrimônio Arqueológico e Patrimônio Mundial.

📚 Saiba mais a respeito

Patrimônio Cultural – IPHAN

A celebração desse dia tem como objetivo valorizar e refletir sobre a importância da preservação da memória coletiva, das tradições e dos bens culturais, que compõem a identidade brasileira.

Patrimônio Histórico em São Paulo

O órgão responsável pela conservação do patrimônio histórico, em São Paulo, é o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT), criado pela Lei Estadual nº 10.247/1968, de 22 de outubro de 1968.

O órgão tombou mais de 500 (quinhentos) bens, com maior destaque para a Estação da Luz, o Instituto Butantan, o Parque Ibirapuera e o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP).

O que compõe o patrimônio histórico?

O patrimônio histórico é formado por um conjunto de bens materiais e imateriais, que representam a trajetória de um povo.
Fazem parte dele edificações, monumentos, centros urbanos, sítios arqueológicos, obras de arte, manifestações populares, festas tradicionais, músicas, saberes e modos de fazer e viver, transmitidos ao longo das gerações.
A preservação desses bens é essencial para manter viva a história do país e fortalecer o sentimento de pertencimento da população, além de contribuir para a educação, o turismo e o desenvolvimento sustentável das comunidades.

Diversidade cultural brasileira

Ao longo das décadas, o Brasil tem se destacado por sua rica diversidade cultural e pela grande quantidade de bens tombados e registrados em diferentes regiões.
Cidades como Ouro Preto, Olinda, Petrópolis e Belém, são exemplos

Patrimônio Histórico, Cultura e Meio Ambiente

O licenciamento ambiental é uma obrigação legal compartilhada entre instituições federais, estaduais e municipais e precede a instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente destrutiva para a cultura local ou para o meio ambiente. O objetivo do licenciamento é assegurar a sustentabilidade dos ecossistemas em suas variabilidades físicas, bióticas, socioculturais e econômicas, além de considerar o impacto aos sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade.

(IPHAN)

Comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico é, portanto, reconhecer a importância de preservar o passado, para construir o futuro. A data nos lembra que o patrimônio não é apenas herança, mas também um legado em constante transformação, que precisa ser cuidado e transmitido às próximas gerações, como parte essencial da identidade e da memória nacional.

Compartilhe sua CelebrAÇÃO

E você, qual será a sua CelebrAÇÃO? Visite um patrimônio histórico, conheça uma manifestação cultural da sua região, compartilhe conhecimento ou incentive a preservação da nossa memória coletiva.

Referências e fontes consultadas

 

 

 

 


Texto: Gustavo Novais Brasilino e Denise Scabin – DEA/SEMIL
Gestão de conteúdo, planejamento e arte: Cibele Aguirre – DEA/ SEMIL

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