
22/02/2018
O Parque Estadual Alberto Löfgren (PEAL) comemorou o aniversário de 122 anos, no dia 10 de fevereiro, com uma caminhada pelos principais atrativos do parque, onde foram abordados os pontos importantes da história do espaço. Foram mais de três horas de atividades no circuito que explorou diversos cantos da unidade, com direito a plantio de mudas. O feriado de Carnaval não afastou os cerca de 40 participantes.
O trajeto teve início na entrada do Parque. O público se dirigiu ao Palácio do Horto (antiga residência de verão do governador) e em seguida ao Museu Florestal Octávio Vecchi, ambos os prédios históricos que chamam a atenção pela beleza de suas arquiteturas.
Ao passarem pelas imagens de São João Gualberto e do Curupira, ambos protetores das florestas, foi lembrada a importância da fé e do folclore para a conservação. Após o plantio de mudas, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o prédio da sede do Instituto Florestal (IF), localizado em área restrita do parque.
Os participantes conheceram um pouco da história do sueco Alberto Löfgren, que dá nome ao parque, e do português Octávio Vecchi, ambos determinantes para a trajetória centenária do que hoje é o Instituto.
No final do circuito, crianças e adultos foram assistiram à apresentação de música e contação de histórias na área onde ficam os imponentes pinheiros do brejo, plantados por Alberto Löfgren há mais de um século.
Quem participou da caminhada ficou ainda sabendo sobre a origem do Serviço Florestal (atual Instituto Florestal) e suas raízes na Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, que além do Instituto Florestal, deu origem a outras instituições, como o Instituto Geológico. A área onde está o PEAL, também conhecido como Horto, era o antigo Engenho Pedra Branca, que foi desapropriado em 1896 para a instalação de um horto botânico.
Um dos destaques do circuito foi a exposição de fotos antigas, que possibilitou ao público comparar como o Parque era antigamente e como é hoje.
O evento foi promovido pelo Instituto Florestal em parceria com a Fundação Florestal, a Coordenadoria de Parques Urbanos da Secretaria do Meio Ambiente e o movimento Conservatio, que tem como objetivo promover a cultura de áreas protegidas. A monitoria foi alternada entre representantes das diversas instituições organizadoras e contou com uma boa participação e contribuição do público, que interveio para agregar com informações importantes sobre a história da região, pois alguns residem ali há muitos anos.
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22/02/2018
O Parque Estadual Alberto Löfgren (PEAL) comemorou o aniversário de 122 anos, no dia 10 de fevereiro, com uma caminhada pelos principais atrativos do parque, onde foram abordados os pontos importantes da história do espaço. Foram mais de três horas de atividades no circuito que explorou diversos cantos da unidade, com direito a plantio de mudas. O feriado de Carnaval não afastou os cerca de 40 participantes.
O trajeto teve início na entrada do Parque. O público se dirigiu ao Palácio do Horto (antiga residência de verão do governador) e em seguida ao Museu Florestal Octávio Vecchi, ambos os prédios históricos que chamam a atenção pela beleza de suas arquiteturas.
Ao passarem pelas imagens de São João Gualberto e do Curupira, ambos protetores das florestas, foi lembrada a importância da fé e do folclore para a conservação. Após o plantio de mudas, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o prédio da sede do Instituto Florestal (IF), localizado em área restrita do parque.
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Quem participou da caminhada ficou ainda sabendo sobre a origem do Serviço Florestal (atual Instituto Florestal) e suas raízes na Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, que além do Instituto Florestal, deu origem a outras instituições, como o Instituto Geológico. A área onde está o PEAL, também conhecido como Horto, era o antigo Engenho Pedra Branca, que foi desapropriado em 1896 para a instalação de um horto botânico.
Um dos destaques do circuito foi a exposição de fotos antigas, que possibilitou ao público comparar como o Parque era antigamente e como é hoje.
O evento foi promovido pelo Instituto Florestal em parceria com a Fundação Florestal, a Coordenadoria de Parques Urbanos da Secretaria do Meio Ambiente e o movimento Conservatio, que tem como objetivo promover a cultura de áreas protegidas. A monitoria foi alternada entre representantes das diversas instituições organizadoras e contou com uma boa participação e contribuição do público, que interveio para agregar com informações importantes sobre a história da região, pois alguns residem ali há muitos anos.